Organização das informações sobre o falecimento, os sucessores, os bens, os direitos e as obrigações.
02
Procedimento adequado
Avaliação dos requisitos do inventário judicial ou extrajudicial, consideradas as circunstâncias da família.
03
Partilha e formalização
Orientação sobre a divisão do patrimônio, exigências documentais e atos necessários à formalização.
Como funciona
Um atendimento organizado desde o início.
O primeiro contato identifica o assunto. A orientação jurídica depende da análise individualizada.
01
Entender o contexto
Identificamos o assunto, a localização dos bens e a necessidade de atendimento.
02
Examinar os documentos
Após a triagem, orientamos quais documentos são pertinentes e como encaminhá-los.
03
Definir os próximos passos
A análise jurídica indica alternativas, riscos e o escopo de uma eventual contratação.
Dúvidas iniciais
O que é importante compreender.
As respostas são gerais e não substituem a avaliação dos documentos do seu caso.
O inventário pode ser realizado em cartório?+
Em determinadas situações, sim. A escolha depende do atendimento aos requisitos legais e às normas do CNJ, inclusive suas regras específicas sobre interessados menores ou incapazes e existência de testamento.
E quando há divergência entre os herdeiros?+
A divergência precisa ser delimitada. A atuação pode envolver negociação e avaliação da via judicial, conforme os direitos e a documentação de cada interessado.
É necessário pagar imposto?+
A transmissão causa mortis pode estar sujeita a tributos e obrigações próprios. Incidência, isenções, valores, prazos e eventual parcelamento dependem da legislação aplicável e do caso concreto.
Os herdeiros precisam morar na mesma cidade?+
A residência em locais diferentes não permite, por si só, concluir que o procedimento será inviável. A forma de representação e a prática dos atos deverão ser examinadas.